Minicursos

 

Descrição dos minicursos

Vagas esgotadas --- Antártica e o Sistema Climático --- Vagas esgotadas

Antártica e o Sistema climático
Segunda e terça, 22 e 23 de setembro, 18:30 às 20:30h
por Douglas Lindemann

As mudanças climáticas se tornaram um assunto rotineiro e frequente em nossos noticiários. E a Antártica está inserida neste contexto pois desempenha um papel fundamental no cenário destas alterações. As projeções climáticas indicam aumentos ainda maiores da temperatura média global e, caso este cenário se confirme, a Antártica poderá sofrer sérias consequências, como  o derretimento do gelo continental. Como este gelo está sob o continente, seu derretimento  poderá influenciar o nível médio do mar, diferentemente do que ocorre no Ártico onde o gelo já está na água. Se o clima realmente aumentar que certezas nós temos? Quantos graus poderá  aumentar? Para responder estas e outras perguntas pesquisadores estudam o clima do passado, especialmente na região da Antártica, que serve como um testemunho. Entre as respostas queremos entender alternativas e soluções para possíveis alterações climáticas. Neste minicurso iremos fazer uma viagem por importantes períodos climáticos da Terra, registrados na Antártica. Passado, presente e futuro da Antártica estão no roteiro desta nossa viagem! 

Genética aplicada a conservação biológica
Segunda e terça, 22 e 23 de setembro, 18:30 às 20:30h 
por Gisele Dantas
Muitas espécies ameaçadas ou endêmicas apresentam redução dos tamanhos de suas populações devido à destruição de habitats, a introdução de espécies e às mudanças climáticas. O tamanho das populações naturais terão grande influência em suas probabilidade de sobrevivência a longo prazo. Populações pequenas apresentam grande risco de extinção devido às mudanças estocásticas do ambiente, demográficas e a deriva genética. A genética da conservação vem como o intuído de unir ferramentas genéticas em prol da conservação da biodiversidade. Dessa forma, ao longo do mini-curso abordaremos os principais conceitos dessa disciplina e como aplicar suas ferramentas em estudos de visem estimar tamanho efetivo populacional, taxa de migração de indivíduos entre populações, definição de grupos taxonômicos (delimitação de espécies, unidades de manejo) e alguns aspectos do comportamento reprodutivo das aves Antárticas.
 
Quantartica & Quantum GIS - A simple way to visualize and create maps of Antartic geospatial information
Segunda e terça, 22 e 23 de setembro, 18:30 às 20:30h
por Alexandre Castagna
This course will introduce the tools needed to produce visual compelling maps of Antartic geospatial and scientific data that can be used in articles, reports and presentations. Quantum GIS is a free, open source and user-friendly Geographic Information System (GIS) that has general capability for handling and processing vector and raster data. And the Quantartica is a free package for Quantum GIS for easy access to a variety os geospatial and scientific data for Antartica, created by the Norwegian Polar Institute. No previous knowledge is required! Software and data will be distributed to all participants.
 
Mergulho no gelo 
Segunda e terça, 22 e 23 de setembro, 18:30  às 20:30h 
por Bruno Pereira Masi
O mergulho autônomo tem sido uma ferramenta importante em diversas áreas do conhecimento possibilitando a aquisição de dados subaquáticos através de métodos de amostragem não-destrutivos. O mergulho em regiões polares, como na Antártica, exige conhecimento, habilidade, equipamento e experiência adequados. Por meio de programas de treinamento específicos de mergulho autônomo recreativo é possível adquirir os conhecimentos necessários para realizar mergulhos confortáveis e seguros. As habilidades são reforçadas por meio de revisão e prática, mesmo que em águas tropicais. As condições severas encontradas em mergulhos em regiões polares demandam equipamentos especiais e de alta performance que devem ser cuidadosamente selecionados. A experiência não é necessariamente adquirida em uma campanha polar mas pode ser obtida por meio da literatura e de outros pesquisadores devidamente certificados que já realizaram tal atividade. Outro aspecto importante é a segurança sendo extremamente necessário conhecer técnicas básicas de gerenciamento de risco. A Scuba Schools International é uma agencia mundial de certificação de mergulhadores e também uma organização educacional que oferece treinamento de Mergulho no gelo no Brasil. No minicurso serão apresentados os padrões de treinamento para Mergulho no gelo como também a experiência adquirida como pesquisador em campanhas Antárticas.
 
Mapping Polar Food Webs Using Stable Isotopes 
Segunda-feira, 22 de setembro, 18:0  às 22:00h
por Michael Pollito
Understanding the structure and dynamics of food webs in polar ecosystems is important as polar regions are some of the most susceptible areas on earth to impacts from global climate change and other anthropogenic stressors. This mini-course will explore the theory and application of stable isotope analysis, a popular technique used in many studies of marine and terrestrial food webs. This course will help to answer several questions: 1) what is a stable isotope, 2) how do stable isotopes vary across and within ecosystems, and 3) how are stable isotopes used to map food web structure, examine changes in animal diets over time and space, and track the flow of anthropogenic contaminates through ecosystems? 
 
Tips and tricks para melhorar as tuas capacidades de comunicação!
Terça-feira, 23 de setembro, 18:00  às 22:00h
por José Carlos Caetano Xavier
Conferências e workshops são um componente importante na vida dos cientistas e são oportunidades únicas de mostrar o seu trabalho. Neste minicurso pretende-se abordar como maximizar a tua participação numa conferência ou workshop, como se adaptar a falar inglês (se for o caso), submeter um poster ou uma apresentação oral, o que fazer nos dias da conferência, como preparar o teu poster ou a tua apresentação e sugestões do que precisas de ter em mente numa conferência, tudo isto para te tornar um melhor cientista!
 
O processo de publicação científica: dicas e práticas direcionadas 
Terça-feira, 23 de setembro, 18:00  às 22:00h
por Juliana Assunção Ivar do Sul

Do início ao fim de um processo de publicação de um artigo científico, muitas etapas devem ser vencidas. Algumas dicas podes podem te ajudar a quebrar os tabus, e este processo para a ser prazeroso e produtivo! Neste minicurso você encontrará dicas de escrita, formatação e submissão de artigos e notas técnicas científicas que te ajudarão na publicação do seu próximo artigo!

Estudos com sucessão vegetal na Antártica
Quarta e quinta, 24 e 25 de setembro, 18:30  às 20:30h
por Jair Putzke
Com 28 anos de pesquisas com vegetação Antártica estão sendo divulgados os primeiros resultados destes trabalhos de longa duração. Através de diferentes métodos estão sendo avaliados liquens, briófitas, fungos e plantas com flor em diferentes ilhas e os dados comparados para avaliar os diferentes fatores que afetam  a distribuição vegetal nesta região. Serão discutidos os métodos e os resultados e sua aplicação à realidade brasileira e a interferência das alterações climáticas globais sobre estes ecossistemas. 
 
Experiências em pesquisa Antártica: de momentos históricos ao presente
Quarta e quinta, 24 e 25 de setembro, 18:30 às  20:30h
por Amaury Silva Junior e Jaqueline Brummelhaus
Como eram as pesquisas científicas brasileiras na Antártica no início da década de 80? Quais foram as condições de trabalho? E as dificuldades? E depois de mais de 30 anos, o que mudou? Sobre isso e muito mais iremos abordar nesse minicurso, com relatos de experiências vivenciadas desde os primeiros passos da pesquisa até os dias de hoje, numa verdadeira linha do tempo gelada!
 
Fazendo ciência com materiais alternativos 
Quarta e quinta, 24 e 25 de setembro, 18:30 às  20:30h
por Alan Freitas Machado e Mariana Gisbert
As escolas públicas tem grande carência de laboratórios. Nossa proposta é criar um ambiente escolar interativo onde os alunos poderão aprender a fazer ciência com matérias ao seu entorno, do dia a dia.
Imagine  o funcionamento de um motor de propulsão? ou uma usina hidroelétrica? ou o simples fato da luz solar fazer um motor funcionar? Pois é, é isso que fazemos. Fazemos com materiais alternativos.
 
Monitoramento Climático dos solos e permafrost 
Quarta e quinta, 24 e 25 de setembro, 18:30 às 20:30h
por Carlos Schaefer
 
Introdução a Modelagem atmosférica através do  HYSPLIT (versão Web)
Quarta e quinta, 24 e 25 de setembro, 18:30 às 20:30h
Por Elaine Alves dos Santos
Erupções vulcânicas, incêndios florestais, tempestades de poeira seja em menor escala como as originárias das dunas de Arraial do Cabo ou em grandes escala como as poeiras do deserto do Saara que chegam a Amazônia e  as do semi- deserto da Patagônia que chegam a Antártica... Ou então o pesquisador quer apenas identificar a procedência das massas de ar que chegam ao seu ponto de coleta. O transporte atmosférico local ou intercontinental pode ser modelado a partir de duas perspectivas: retrospectiva e a projeção das massas de ar através do modelo HYSPLIT (HYbrid Single-Particle Lagrangian Integrated Trajectory). Neste modelo as trajetórias são calculadas fundamentadas em um sistema lagrangiano baseadas nos dados dos arquivos de reanálise NCEP/ NCAR que possibilita fazer uma investigação mais detalhada do evento, tal como: analisar exatamente o caminho de uma dada massa de ar (posição, período, altura e etc.). Espera-se que ao final do mini-curso o aluno possa ter seus resultados de investigação na plataforma Gis, Google Earth ou simplesmente em pdf. 
 
Da sacola plástica ao oceano: os caminhos do consumo (in)consciente e sua práxis escolar
Quarta-feira, 24 de setembro, 18:00 às  22:00h 
por Ailim Schwambach

Estamos vivendo um momento de intensa preocupação com o meio ambiente e a Rio +20, evidenciou a reflexão sobre os atuais problemas planetários em que estamos inseridos, além da renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável.  Nestes discursos sobre o atual estado de nosso planeta, percebe-se que há um aumento da poluição do ar, das águas e sabe-se que o consumo de bens materiais de sujeitos (in)conscientes,  têm sido um dos fatores para aumentar estes problemas. Como forma de reduzir estes problemas, torna-se necessário lutar por uma escola e cultura engajadas no processo de construção de um modelo de sociedade ecológica e socialmente sustentável para rompermos estes paradigmas, por isto devemos mostrar ao educando possibilidades de minimizar seu impacto ambiental, bem como sensibilizá-lo para problemática, presente nos oceanos e continentes. Promover estratégias para o trabalho com Educação Ambiental nas instituições de ensino, é um primeiro passo, para construir novos valores, daí a importância do tema deste minicurso.

Se fizer Ciência Antártica, Divulgue!
Quarta-feira, 24 de setembro, 18:00 às  22:00h 
por Luiz Antonio da Costa Rodrigues e Anne Caroline de M. Lima
Hoje em dia, um dos maiores desafios da comunidade científica mundial é comunicar efetivamente a sua ciência para diferentes públicos. Neste contexto, a ciência Antártica desempenha papel de destaque no cenário atual, uma vez que o interesse do público em geral sobre questões relacionadas ao continente tem aumentado nos últimos anos. Desta forma, o objetivo deste minicurso é realizar uma discussão sobre diferentes maneiras de divulgação das pesquisas antárticas através de meios não formais, usando como estudo de caso a exposição "A UERJ na Antártica".
 
Science & Art common languages for communicating in a global society
Quinta-feira, 25 de setembro, 18:00  às 22:00h
por Julie Berkman
Science and art give us common languages for dealing with global earth issues. This proactive 3 part mini-course begins with a walk through time followed by here and now an interactive group activity where participants engage to address issues, finishing with going forward a framework for deciding what approaches might work best for you.  A walk through time – will provide highlights along a timeline of human evolution - as scientists observing, questioning, exploring and recording – and as artists responding, internalizing, creating, and expressing relationships. Selecting examples from the rich collections in the museums at Cambridge University this overview aims to position us in today’s world with a focus on how our actions can help to sustain our Future Earth. Here and now – participants work together in teams (by International Space –High Seas, Deep Sea, Antarctica, and Outer Space) given a scientific briefing, an issue to address, and options - they’ll consider how science and art can inform the public short term and longer term to resolve the issues. Following the workshop all participants will be given a copy of the 4 problem solving modules that can be adapted for groups from primary school through community decision-makers. Going forward –this workshop will help you explore the role art can play in communicating about science, as well as the pros and cons of various social media platforms, providing you with options to help take care of our home planet earth.
 
Sensibilização sobre a protecção dos pólos do Planeta Terra: o uso de recursos audio-visuais
Quinta-feira, 25 de setembro, 18:00 às  22:00h
por Sara Aparício
Vivemos numa era de informação e partilha massificada de imagem e som. Através do Youtube e das redes sociais, está ao alcance de qualquer um transmitir uma mensagem que pode ficar disponível a um número ilimitado de pessoas. O objectivo deste mini-curso, consiste na elaboração de um curto vídeo (<2 min) com o objectivo de transmitir uma mensagem impactante sobre os Pólos do nosso planeta. Para tal, serão abordadas as fases respeitantes à elaboração de um vídeo: planejamento; recolha de imagem e selecção de som, e por fim, montagem do vídeo. O participante irá deste modo aprender a utilizar um programa de criação de vídeo, bem como as diferentes ferramentas básicas para a elaboração do mesmo.
 
Telemetria de aves marinhas
Quinta-feira, 25 de setembro, 18:00 às 22:00h
por Leandro Bugoni

Estudos de telemetria em aves podem contribuir significativamente para a conservação das espécies e obtenção de dados biológicos e oceanográficos de grande relevância. Existem várias técnicas disponíveis sendo  o rastreamento utilizando rádio-transmissores, geolocalizadores, acelerômetros e transmissores por satélite, tanto do tipo PTT (Plataform Tramitter Terminals) quanto GPS, uma das principais. Estes estudos podem indicar áreas de uso intenso ou a associação de aves com características específicas (por exemplo batimetria, temperatura superficial do mar, clorofila a, salinidades, correntes), ou ainda demonstrarem sobreposição entre áreas de intensa atividade de determinada frota pesqueira, potencialmente perigosa, e a distribuição das aves rastreadas. Neste breve curso serão discutidas as características dos diversos equipamentos, os critérios para escolha de cada tipo de equipamento, e resultados obtidos com diferentes técnicas nas aves marinhas brasileiras e antárticas.

As regiões polares por meio de ferramentas lúdicas 
Sexta-feira, 26 de Setembro, 14:00 às  18:00h
por Flávia Sant'Anna Rios e Sandra Freiberger

A formação integral das crianças e jovens deve incluir ações de promoção da qualidade de vida e sustentabilidade. As regiões polares do nosso planeta começaram a ser alvo de interesse do público, desde que assuntos como “Mudanças Climáticas Globais” e “Efeito Estufa” chegaram à mídia. Mas, a maioria dos cidadãos ainda não se deu conta da importância desse tema e do seu próprio papel nessa história. Pouco se conhece destas regiões, suas características, semelhanças, particularidades e sua real importância neste contexto. É função do professor estimular e dar subsídios para que cada indivíduo possa compreender essa dinâmica, podendo gerar mudanças importantes de hábitos.  Assim, trabalhar com o tema Ecossistema Polar em escolas é uma necessidade, mas é também um desafio, já que o material didático praticamente é inexistente ou superficial. Além disso, as condições climáticas e os ecossistemas polares são muito distantes da realidade da maioria dos estudantes brasileiros, tornando o assunto um pouco árido e de difícil abordagem. Jogos e modelos didáticos contribuem para a consolidação e motivação do aprendizado, traduzindo os conteúdos em uma linguagem de fácil compreensão. Brincar é uma realidade vivida pela criança em seu cotidiano e, através da imaginação, ela relaciona seus interesses e necessidades com a realidade de um mundo no qual vive e que pouco conhece. Se bem elaborados, os jogos e os modelos interativos contribuem para o desenvolvimento das áreas afetiva, cognitiva, social, linguística, motora e moral, potencializando a criatividade, autonomia, responsabilidade, criticidade e cooperação dos envolvidos. O minicurso terá como objetivo trazer ideias de como trabalhar o assunto dentro das escolas, através de jogos e atividades sugeridas por duas pesquisadoras antárticas com trajetórias profissionais que se ora se encontram, ora se complementam.

Como falar sobre as regiões polares para alunos de diferentes níveis de ensino
Sexta-feira, 26 de Setembro, 14:00 às  18:00h
por Miriam Hebling Almeida
Comunicar os resultados da ciência e mostrar sua importância ao público são parte da função de um cientista. Entretanto, nem sempre isso é uma tarefa simples: a falta de prática de comunicação com o público e a inexperiência do trabalho em sala de aula acabam afastando o cientista destas atividades e de outras importantes formas de educação não formal. Por outro lado, educadores de diversas partes do Brasil e do mundo querem levar aos seus alunos mais conhecimento sobre as mudanças que estão ocorrendo nas regiões polares e como essas mudanças podem afetar a sua região, numa expectativa de conscientização e de mudança de hábitos. Nesse minicurso apresentaremos os desafios enfrentados por aqueles que querem comunicar a ciência polar, bem como algumas propostas para educadores e cientistas interessados em levar a ciência polar aos ambientes de educação.
 
 

Cancelados:

Cancelado - Trabalho em equipe - espírito de equipe e o sucesso do grupo
Segunda e terça, 22 e 23 de setembro
por Priscila Kresbach
Sabe-se que a Antártica é um local inóspito, longínquo e isolado. Nenhum indivíduo tem acesso ao continente gelado sozinho, mesmo quando pensamos em turistas e, principalmente, em pesquisadores. Neste momento percebemos a importância do coletivo. Para desenvolver a pesquisa de forma satisfatória - ou qualquer outra atividade, em qualquer ambiente -  quais são as qualidades desejáveis para o pesquisador - ou pessoa - de modo geral? Qual a importância da ideia do "espírito de equipe"? O objetivo deste minicurso é esmiuçar esses detalhes e a relevância para o desenvolvimento científico de sucesso. 
 
Cancelado - Vegetação Antártica: quem são e como são as briófitas - Cancelado
Quarta e quinta, 24 e 25 de setembro
por Juçara Bordin
A vegetação da Antártica é formada especialmente por líquens, briófitas e algumas poucas espécies de plantas com flores. As briófitas formam extensos tapetes, especialmente nas áreas mais baixas e com maior umidade do solo. Neste mini-curso abordaremos aspectos gerais da vegetação antártica, procurando identificar, de modo geral, as características dos diversos grupos de plantas ocorrentes naquele continente. Será dada maior ênfase às briófitas através de atividades práticas para o reconhecimento dos grandes grupos e também abordando sugestões de como trabalhar este tema de forma didática e prática com alunos de ensino fundamental.
 
Cancelado - Amazônia vai ao Ártico e a Antártica: ideias para  integrar professores, alunos e cientista em um projeto pedagógico na escola - Cancelado 
Quarta e quinta, 24 e 25 de setembro
por Nubia Caramello e Claudia Ximenes Cerqueira
As Semanas Polares Internacionais ajudam a despertar nos professores, alunos e cientistas papéis fundamentais na integração entre os mesmos e na divulgação da Ciência. Algumas etapas como motivação e sensibilização antecedem a construção do projeto escolar, que deve ser construído coletivamente. Como exemplo prático iremos utilizar a experiência junto ao projeto Amazônia vai ao Ártico e à Antártica para demonstrar os passos da elaboração do projeto escolar, uso de instrumentos metodológicos de Ensino,  os relatórios das principais ações desencadeadas pelo projeto, os desafios e as perspectivas para o desenvolvimento do diálogo polar-científico no espaço escolar, com visão de uma professora e uma cientista polar.
 
Cancelado - A pesquisa em Ciencias Humanas: fazendo Gênero na Antártica
Quarta-feira, 24 de setembro 
por Rosa Maria Esteves Arantes

O Laboratório de Estudos Antárticos em Ciências Humanas (LEACH/UFMG), coordenado pelo Prof. Andrés Zarankin, vem produzindo reflexões a partir de várias linhas de análises simultâneas para estudar a colonização humana austral, operando em uma perspectiva multidisciplinar que integra aspectos da cultura material (arqueologia), história, estudos das relações de gênero e da antropologia da ciência que perpassam os discursos na antártica. Durante a maior parte do século XX as chamadas “ciências duras” produziram a maioria de trabalhos acadêmicos envolvendo a Antártida. Nos últimos anos o panorama da pesquisa Antártica Mundial vem mudando com a incorporação de um perfil heterogêneo de pesquisadores (por exemplo, aumento da quantidade de mulheres que participam dos trabalhos de campo) e de pesquisas (que agora incluem Ciências Humanas e Sociais). Os interesses da pesquisa em Ciências Sociais na Antártica ganham relevância internacional, remetem a políticas globais e ganham espaço no escopo da história ambiental. Neste mini-curso iremos apresentar os principais tópicos de pesquisas na área que incluem os estudos arqueológicos e a historiografia das primeiras ocupações foqueiras, lobeiras e baleeiras; das quais, praticamente, não existem documentos escritos; a análise antropológica e ecológica de uma colonização antártica que estuda a presença de um novo organismo humano – e seus instrumentos – em um ambiente onde há mais ou menos duzentos anos ele inexistia e que precisa avançar na compreensão dos modos de habitar a antártica; e as relações entre pessoas, o que inclui análise das relações de gênero, especialmente a partir do crescente número de mulheres que estão participando de pesquisas ou apoio logístico. 

Cancelado - Broadening Participation In Your Research
Quarta-feira, 24 de setembro 
por Elena Sparrow 
It will be a hands-on session on how to engage teachers and their students in primary and secondary schools, and the general public in research.
 
Cancelado - Entre o desejo e o instinto: o estresse em aves marinhas - Cancelado
Segunda e terça, 22 e 23 de setembro
por Erli Schneider Costa
A todo momento ouvimos - ou nós mesmos dizemos - o quanto vivemos estressados com o mundo atual. Muitos compromissos, muita pressão no trabalho, os deveres familiares, a cobrança dos amigos (e dos inimigos) - tudo isso faz com que nosso corpo responda fisiologicamente tentando sobreviver a tanta pressão! Mas como funcionam estas respostas em humanos e em outros animais, como é o caso das aves marinhas? Como o estresse pode influenciar o comportamento reprodutivo das aves? E outros tipos de comportamento? E quais são os motivos de estresse para aves e outros animais? Venha descobrir um pouco sobre as pesquisas em estresse de aves marinhas e aproveite para entender um pouco mais sobre as respostas que nosso organismo dá aos fatores estressores do dia-a-dia!
 

Cancelado - Micropoluentes em regiões polares 

Segunda e terça, 22 e 23 de setembro

por Adriana de Lira Pessoa e Juliana Souza
Ementa: As regiões polares sempre foram vistas como áreas preservadas e pouco impactadas pelas ações humanas. No entanto, há uma contaminação silenciosa que circula globalmente chegando até os locais mais prístinos do planeta: os micropoluentes. Diversos trabalhos tem demonstrado que esses contaminantes chegam as regiões polares por meio das correntes marinhas e pela atmosfera. Esse minicurso tem como objetivos introduzir os conceitos de micropoluentes e circulação global de contaminantes, analisar alguns casos existentes na literatura e discutir a importância de detectar precocemente a entrada de poluentes de origem antrópica nas regiões do Ártico e Antártica.

Cancelado - Perspectivas de jovens pesquisadores: me formei e agora, o que vou fazer?
Segunda e terça, 22 e 23 de setembro
por Roberta da Cruz Piuco e Jaqueline Brummelhaus
Durante nossa trajetória acadêmica criamos muitas expectativas, imaginando-nos tão logo terminasse a graduação no emprego ideal, rumo ao sucesso profissional. Na maioria das vezes, não acontece da forma como esperamos... Mas não desanime, pois nesse minicurso apresentaremos os desafios enfrentados por pesquisadores em início de carreira que buscam o seu espaço no mercado de trabalho. Além de dicas de como preparar um currículo atrativo, como se sair bem em uma entrevista, onde focar a nossa busca e como tirar o melhor proveito durante esta trajetória e saber aproveitar as oportunidades.
 

Cancelado - Polar microbes: From morphological to molecular diversity through genetic and genomic diversity: How many hats do researchers have to wear? 

Segunda-feira, 22 de setembro

por Dail Laughinghouse
The bulk of biodiversity on Earth is microbial and these microorganisms have an essential role in every ecological system, having important roles in biogeochemcial cycles.  This is especially true in polar environments that are dominated by microorganisms.  These organisms are diverse, expanding all the domains of life, but studying these microscopic organisms can be daunting. Unlike ‘macrobes’ they are mostly ‘invisible’ to the naked eye, and many features that are found in certain groups have evolved several times.  Over the past few decades new technologies have emerged that have allowed researches to study and understand these organisms better at the molecular level.  Now, many field biologists see themselves extracting DNA for next generation sequencing, systematists are now writing code for analyzing hundreds to thousands of genes, and researchers see themselves wearing ‘hats’ they did not think they would wear before.  The course is short so we will get notions of several subjects: 1) the wonderful world of microbes found at the poles, 2) ways that we can study them from from morphology to molecular diversity, 3) and a latter part will be spent on concepts of NGS and code.
 
 

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